af%201_edited.png
#RepostFEMEH _eneh2019_• • • • •_No #tbt

APRESENTAÇÃO

Há mais de um ano vivemos em um estado pandêmico permanente no Brasil. Já são mais de 425 mil mortos em função da COVID-19. Brasileiras e brasileiros que não voltarão mais para suas famílias. Enquanto isso vemos a falta de ação do governo federal, que, enquanto os especialistas recomendam isolamento social, uso de máscaras e o estabelecimento de uma renda mínima para os mais pobres, o presidente da república faz passeios de moto com empresários e promove aglomerações.
Nas universidades o cenário não é diferente. Universidades como a UFRJ e a UNIFESP já informaram que só possuem recursos para funcionar até o final do primeiro semestre de 2021. Em todos os cantos vemos o desmonte e sucateamento das Instituições de Ensino Superior (IES), pesquisas paradas, projetos sem recursos, cortes de bolsas e um ensino remoto excludente, precário e limitado, que tira dos mais pobre o direito constitucional a educação e a qualidade do ensino. A pergunta que nós fazemos todos os dias é: “Universidade para quem?”.
Comemorar o aniversário de uma entidade estudantil nessa conjuntura, mais que um ato de celebração, é um ato de resistência.  É celebrar a nossa luta diária para existir, para estudar, para entrar, permanecer e se formar em uma universidade.
Organizado pela FEMEH (Federação do Movimento Estudantil de História) em parceria com a UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), faremos do aniversário da FEMEH um espaço de diálogo, construção política e interação dos estudantes de História das diferentes IES desse país continental. Amplo e democrático, o Aniversário da FEMEH congregará discentes de todas as regiões, matrizes étnicas, culturais, cultuando relações de amizade e proximidade, e campo privilegiado de discussões políticas e acadêmicas.
O Aniversário da FEMEH é resultado das principais pautas levantada pelo Movimento Estudantil de História durante os últimos CONEHIs. Será um espaço no qual teremos a possibilidade de integração científico-cultural, através de mesas de debate, dos simpósios, dos grupos de discussões, minicursos e oficinas, além de uma competição de jogos online.
Tudo isso sem taxas de inscrição, nem pagamentos para apresentação de trabalhos, pois temos a consciência de que vivemos o maior evento pandêmico dos últimos 100 anos, onde diversos profissionais, estudantes e pesquisadores foram afetados das mais diversas formas, por muitas vezes com perda de renda, os espaços destinados à divulgação de produções cientificas devem ser gratuitos e populares dando oportunidade a todos, não só aos quem podem pagar, de ter voz e vez.

 
coaf 2.png

 FEMEH

A Federação do Movimento Estudantil de História (FEMEH), foi criada 24 de julho em 1987, em uma assembleia que durou mais de 14h, e que hoje representa todos os estudantes e entidades dos cursos superiores de História do Brasil.
A responsabilidade dela é organizar as lutas do Movimento Estudantil de História em todos os âmbitos, seja nas discussões acerca da formação intelectual do Historiador e do Professor de História, compreendendo que a formação do profissional de História deva estar voltada para superação dos problemas do nosso País.

coaf 2.png

ESCOLA SEDE

Nesse novo formato do mês dos estudantes de História será sediado no Rio de Janeiro, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Universidade centenária, criada em 20 de outubro de 1910, pelo Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado por Nilo Peçanha, Presidente da República, e por Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda, Ministro da Agricultura.
A sede da instituição possui o maior campus da América Latina, com aproximadamente 3.024 hectares e um conjunto arquitetônico de 131.346 metros quadrados de área construída. Historicamente é conhecida como Universidade Rural do Brasil, por ter estabelecido as bases do ensino agropecuário no país.
A UFRRJ é uma universidade multicampi e conta com mais de 40 cursos de graduação, mais de 35 cursos de pós-graduação e quatro cursos técnicos no Colégio Técnico da UFRRJ (CTUR). Em um recente ranking elaborado pelo jornal Folha de S. Paulo, a Universidade Rural ficou entre as cinco melhores universidades do Estado do Rio de Janeiro, com destaque para alguns cursos que estão entre os melhores do país.

14138632_633862193449173_478042872732723
Conferência de Abertura 2.png

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

Simpósios Temáticos (STs): São espaços durante o aniversário da FEMEH, divididos por diversos temas nos quais os estudantes possuem a oportunidade de apresentar para os demais encontristas os seus trabalhos, pesquisas e experiências acadêmicas desenvolvidos em suas universidades.
O objetivo desse espaço é o compartilhamento de ideias e referenciais e também o incentivo aos estudantes a apresentarem os seus trabalhos. Visto a dificuldade que se tem para publicar trabalhos de estudantes de graduação em revistas e eventos profissionais.

EIXO 1 - MEMÓRIA E RECEPÇÃO DOS CRISTIANISMOS DA ANTIGUIDADE NO TEMPO PRESENTE
Coordenação: William Braga Nascimento (Mestre - UEMA)
E-mail: william_bbraga@hotmail.com



EIXO 2 - BRASIL IMPERIAL
Coordenação:  Maria Clara Aredes de Figueiredo (Mestranda -UFRRJ) / Wagner Perrotta Cunha (Mestrando- UFRRJ)
Email: mariaclara.aredes@gmail.com/wagnerperrotta@hotmail.com



EIXO 3 - ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS: MUNDOS DE ESCRAVIDÃO E LIBERDADE NO BRASIL
Coordenação: Carlos Victor de Sousa Ferreira (Mestre – UFMA)
E-mail: victhorcarlos5@gmail.com
 


EIXO 4 - IDADE MÉDIA: RELIGIOSIDADE, CULTURA E GÊNERO COMO FERRAMENTAS DE RESISTÊNCIA
Coordenação: Alex Silva Costa (Doutorando – UFMA) e Elisângela Coelho Morais (Doutoranda – UFMA)
E-mail: elishst@hotmail.com



EIXO 5 - HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA NOVA FACE DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA
Coordenação: Mateus José da Silva Santos (Mestrando – UFBA)
E-mail: mateus_santos29@hotmail.com



EIXO 6 - HISTÓRIA ORAL E HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE
Coordenação: Maicon Douglas Holanda( Mestrando UFT/ UFNT) e José Evanes Brasil Júnior (Mestre-UFC)
E-mail: maicondouglashdb@gmail.com



EIXO 7 - O MOVIMENTO ESTUDANTIL AMEACADO: O ESVAZIAMENTO DO SENTIDO POLÍTICO DOS MOVIMENTOS ESTUDANTIS A PARTIR DO ESCOLA SEM PARTIDO
Coordenação: Márcio Henrique Baima Gomes (Mestre – UEMA) e Paulo Henrique Matos de Jesus (Mestre – UFMA).
E-mail: marcio_historic@hotmail.com



EIXO 8 - QUAL O PESO DA COR PRETA NA SOCIEDADE BRASILEIRA? RAÇA, RACISMO E INTOLERÂNCIA NO CAMPO SOCIAL: A CONDIÇÃO DO NEGRO NO BRASIL REPUBLICANO
Coordenação: Anderson Antônio de Santana Justino (Mestre – UFRPE) e Ronnei Prado Lima (Mestre – UFPE)
E-mail: andersonantonio023@gmail.com



EIXO 9 - ESTUDOS DE GÊNERO
Coordenação: Lucrécia Borges Barbosa (Mestranda-UFNT) e Maicon Douglas da Silva e José Evanes Brasil Júnior (Mestre – UFC)
Email: slucreciaborges@gmail.com/maicondouglashdb@gmail.com



EIXO 10 - PRODUZINDO HISTÓRIAS CONTRA HEGEMÔNICAS
Coordenação: Felipe Ricardo Vieira Lopes (Mestre-UFC)
E-mail: felipe.0318@hotmail.com



EIXO 11 - SER CIDADÃO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS CAMINHOS DA CIDADANIA NO BRASIL
Coordenação: Maria Clara Aredes de Figueiredo (Mestranda – UFFRJ)
E-mail: mariaclara.aredes@gmail.com



EIXO 12 - HISTÓRIA INDÍGENA NO BRASIL: SABERES INSUBMISSOS E DEBATES DESCOLONIAIS EM PERSPECTIVAS TRANSDISCIPLINARES
Coordenação: Benedito Emílio da Silva Ribeiro (Mestrando – MPEG) e Michelly Silva Machado (Doutoranda-UFPA)


EIXO 13 - PERSPECTIVAS DA PESQUISA EM IDADE MÉDIA NO BRASIL
Coordenação: Camila Rabelo Pereira (Doutoranda-UFMA)
E-mail: rpereiracamilla@gmail.com



EIXO 14 - HISTÓRIA, RELIGIÃO E SUAS INTERFACES
Coordenação: Prof.ª Dra. Joelma Santos da Silva. (IFMA - Pinheiro) e Prof.º Dr. Jorge Luiz Feitoza Machado (UFMA - Bacabal)
E-mail: joelmasantos@gmail.com

 
10559957_1444736409124993_89736532576154

GRUPOS DE DISCUSSÃO

Grupos de Discussão (GDs) são espaços de debates políticos com temas contemporâneos e específicos. Esses espaços servem para se debater temas complexos do Movimento Estudantil de História, e partir dele, tirar deliberações a serem levadas para a Secretaria Geral Nacional

WhatsApp Image 2021-05-25 at 18.21.41.jp

EMANUELLE RODRIGUES

MEDIADORA DO GRUPO DE DISCUSSÃO DE MULHERES

Estudante de Direito pela Universidade Estadual do Piauí, militante do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, do Partido Comunista Brasileiro e da União da Juventude Comunista.

WhatsApp Image 2021-05-25 at 18.22.03.jp

JOÃO VITOR CAVALCANTE

MEDIADOR DO GRUPO DE DISCUSSÃO LGBTQIA+

Estudante de Psicologia pela Universidade Estadual do Piauí. Militante da UJC, do MUP e do PCB. Diretor de Pesquisa e Extensão na UEE Francisca Trindade - Piauí, pelo MUP. Membro do Centro Acadêmico de Psicologia 6 de Outubro. Membro fundador e Presidente da LIMBO (Liga Interdisciplinar Martín-Baró de Psicologia Social e Comunitária).

2020-09-17-120917170.jpg

LISMAR LUCAS

MEDIADOR DO GRUPO DE DISCUSSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Historiador formado pela Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, mestrando em História Social na Universidade Federal da Bahia - UFBA, pesquisador no Grupo de Pesquisa O Som do Lugar e do Mundo (UFBA) e no Grupo de Estudos e Pesquisa em Interações Socioambientais e Linguagens - UESC. Membro da Secretaria Geral da FEMEH e militante do Movimento por uma Universidade Popular - MUP.

WhatsApp Image 2021-05-25 at 18.23.37.jp

LUIZ KATU

MEDIADOR DO GRUPO DE DISCUSSÃO DE POVOS ORIGINÁRIOS

Cacique Potiguara da aldeia Katu, que fica localizada entre os municípios de Goianinha e Canguaretama (RN), professor indígena, pedagogo e pós graduando em Etnogênese. Indígena pela FAVENI.

WhatsApp Image 2021-05-26 at 10.17.59.jp

MARIA MADALENA

CO-MEDIADORA DO GRUPO DE DISCUSSÃO DE NEGRAS E NEGROS

Mulher negra quilombola de Itamoari. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural no Museu Paraense Emílio Goeldi. Graduada em Licenciatura Plena em História do Campus Universitário de Bragança, da Universidade Federal do Pará. Integrante do Grupo de Estudos Interculturais Pará Maranhão - GEIPAM. Integrante do Grupo de Pesquisa Diversidade e Interculturalidade na Amazônia. Atualmente pesquisa nas seguintes temáticas: Povo Tenetehar-Tembé; Comunidade quilombola de Itamoari; Saberes tradicionais; Povos indígenas e populações tradicionais; Saúde indígena; Saúde quilombola; Partejar; Interculturalidade; relação afroindígena; ancestralidade.

WhatsApp Image 2021-05-25 at 18.28.08.jp

DANIEL XAVIER

CO-MEDIADOR DO GRUPO DE DISCUSSÃO DE NEGRAS E NEGROS

Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia, pela Universidade Federal do Pará. Graduado em História pela Universidade Federal do Pará. Docente da educação básica na rede privada de ensino em Mãe do Rio-PA. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas Interculturais Pará-Maranhão (GEIPAM), membro do Grupo de Pesquisa História em Campo (GHISCAM), e Integrante da Rede de Historiadorxs Negrxs.  Tem experiências na área de História e Antropologia, e interessa-se pelas temáticas afro-religiosa e afroindígena, debates decoloniais, e diálogos interdisciplinares. Em suas atuais pesquisas e estudos, os principais temas trabalhados são: História da Amazônia, Interculturalidade, Antropologia histórica, História Local, Populações indígenas, Comunidades de terreiro, Pajelança e Saberes tradicionais.

 
1526939_1381854262074914_359591166_n.jpg

OFICINAS & MINICURSOS

As oficinas são apresentações seguidas necessariamente por uma demonstração para que o público inscrito possa praticar o que foi discutido e assim adquirir mais experiência.
A Oficina deverá tratar, com o seu proposto tema de assuntos que englobam o MEH e dialoguem com as experiências vividas nas Escolas e em seus processos de extensão com a comunidade nas quais estão inseridas.

Os minicursos são atividades de curta duração que visam apresentar uma visão geral de um tópico de pesquisa, com o formato que o ouvinte tenha a oportunidade de aprender sobre um novo assunto vinculado à sua área de atuação. Mesclando com atividades práticas e teóricas, dependendo da organização a qual estabeleceu para atividade.

 
10649697_1465197340407272_80351638953273

COPA FEMEH

Este será um espaço descontração e disputas amistosas que nesse aniversário da FEMEH contará com duas competições:

LEAGUE OF LEGENDS
O primeiro torneio nacional de League of Legends para estudantes de História contará com 12 equipes de 7 disputando a premiação e a honra de serem os melhores historiadores que pisaram em Summoner’s Rift. De Targon ás Aguas de Sentina, passando por Demácia, Shurima e Freljord, os mais de 140 campeões estão preparados para garantir a tomada do Nexus inimigo e, consequentemente, a vitória, que será transmitida e narrada pela Comissão de Jogos do Aniversário da FEMEH. O regulamento, premiação e links de transmissão serão disponibilizados em breve!

GARTIC 
Para quem quiser se descontrair no fim de semana após as atividades do mês de aniversário da FEMEH, teremos uma competição de Gartic que irá desbravar a criatividade dos 50 participantes inscritos, na busca pelo prêmio que será destinado apenas a quem sobreviver aos 49 rivais. Preparem a cabeça, treinem os rabiscos e que vença o melhor!

 
FEMEH on Instagram_ _Agradecemos a todas

MESAS

MESA I - Conjuntura
26 de julho - 19h
 
Se o presente é de luta, o futuro nos pertence: como organizar a resistência em tempo de ataques e pandemia?

A proposta da mesa é trazer uma discussão de conjuntura e sobre como resistir ao governo Bolsonaro-Mourão, seus aliados e sua política genocida em plena pandemia do COVID19, passando por temas como a CPI COVID e os cortes na educação. A proposta de composição, com um diretor da ANPG e uma diretora da UNE, é colocada de forma a afinar o diálogo com o conjunto de estudantes, incluindo pós-graduação e aproximar a federação das entidades gerais de estudantes.

 

 

CONVIDADOS

Mesa I - Maria Carol.jpeg

MARIA CAROL

Diretora de Relações Internacionais da UNE, militante do MUP e da UJC, formada em Geografia pela UFRRJ

Mesa I - Victor.jpeg

VICTOR FERREIRA

Graduado em licenciatura em Química pela UNESP, Mestre em Ensino, Filosofia e História das Ciências pela UFBA e doutorando no mesmo programa. Compõe o Coletivo Negro Minervino de Oliveira e também constrói o Movimento por uma Universidade Popular na Pós Graduação. Atualmente compõe a diretoria da ANPG enquanto Diretor de Movimentos Sociais, e foi secretário da direção da APG UFBA de 2019 até o começo de 2021.

MESA II Cultura: festas, religião e tradições regionais
27 de julho - 19h

A resistência das tradições regionais e a cultura popular
 
O tema visa o debate acerca do modo que as abundantes representações da cultura popular e tradições regionais perpetuaram-se e resistiram a vários agentes opressores, este muitas vezes sendo o representado pelo Estado, e como foram e são utilizadas na construção e defesa da identidade.

 

CONVIDADOS

Mesa II - Vinicius_edited.jpg

VINICIUS NATAL

graduado em História pela UFF, mestre e doutor em Antropologia pela UFRJ. Possui pós-doutorado em História da Arte pela UERJ. Já atuou como diretor de pesquisa do Museu do Samba, diretor cultural do GRESU Vila Isabel e Coordenador de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do município do Rio de Janeiro. Atualmente, é pesquisador de enredos do GRES Acadêmicos do Grande Rio

Mesa II - Joseania_edited.jpg

JOSEANIA MIRANDA FREITAS

Doutora em Educação (UFBA), com pós-doutorado em História (UFG/UNINORTE-Colômbia/UPVD-Perpignan-França 2006-2007) e pós-doutorado em História (Programa de Estudos Pós-Graduados em História da PUC-SP 2016-2017). Docente do curso de Museologia da UFBA (Categoria Associado 4). Pesquisadora do Museu Afro-Brasileiro da UFBA, onde coordena projetos de pesquisa nas áreas de Memórias Afrodiaspóricas e Museologia, com ênfase em Cultura Material e Estudo de Coleções Museológicas, principalmente Arte Decorativa numa perspectiva de descolonização do olhar (Mobiliário; Prataria e Ourivesaria; Cerâmica e Porcelana). Primeira coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Museologia/PPGMuseu/UFBA (2013-2015)

MESA IIIMemória e Ditadura de Segurança Nacional
28 de julho - 19h

Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça: memória, verdade e justiça no Brasil

A mesa tem como objetivo discutir as ditaduras de segurança nacional na América Latina do século XX com foco em Brasil, para assim, se pensar nas disputas de memória que perpassam essa temática na conjuntura política e social do país. A intenção é que se possa refletir sobre os usos da lei de segurança nacional atualmente, as comemorações ao golpe, que a cada ano ganham mais força, aos usos de símbolos nacionalistas e o lugar que os historiadores precisam ocupar nessa escrita da História oficial.

CONVIDADOS

Mesa III - Enrique.jpg

ENRIQUE SERRA PADRÓS

Professor de História Contemporânea do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História (UFRGS). Doutor em História. Pesquisa temas vinculados aos Estados de Segurança Nacional (ênfase nas ditaduras do Cone Sul, o Terrorismo de Estado e as conexões repressivas); História do Tempo Presente e História Contemporânea (ênfase nos regimes repressivos, relações de poder, relações internacionais, conflitos sociais e experiências revolucionárias); e as conexões dessas temáticas com o ensino de história. Organizador de diversas obras coletivas e autor de inúmeros artigos e capítulos de livros sobre temas vinculados às áreas de atuação.

Mesa III - Samantha.jpg

SAMANTHA QUADRAT

Professora associada de História da América Contemporânea da Universidade Federal Fluminense, onde atua no Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI) e no Núcleo de Pesquisa História e Ensino das Ditaduras (NUPHED). Tem experiência na área de História Latino-Americana, com ênfase nas últimas ditaduras, atuando principalmente nos seguintes temas: memória, violência política, direitos humanos, lugares de memória e consciência, ensino de História, biografias e juventudes.

MESA IV -  Ensino de História
29 de julho - 19h

Uma História liberta através da Educação Popular  

O conhecimento histórico foi construído por uma correlação de forças, onde o lado mais forte sempre foi quem escreveu a versão dos acontecimentos. Nesse sentido, como abordar uma História crítica desde o ensino básico? E como fugir de uma “História única”, propondo novos olhares sob o passado? Alguns “conflitos” mal resolvidos da História, contados apenas sob uma perspectiva hegemônica dos grandes homens, ainda nos assombram, pois quando o passado não é destrinchado e questionado, ele continua a pairar. Tendo em vista que uma sociedade que recorda o passado compreende melhor o seu presente, nossa discussão terá como diretriz compreender maneiras de traçar o Ensino de História a partir de um viés emancipador desde o ensino básico, visto que é quando se constrói a base argumentativa e reflexiva dos jovens. Além disso, iremos discutir como a construção do conhecimento científico também pode se dar fora dos muros da academia e, dessa forma, ampliando também o seu acesso, porém levando em consideração que só tornar o conhecimento acessível não o faz ser crítico.

CONVIDADOS

Mesa IV - Marcela.jpeg

MARCELA GALDINO

Professora de História com pós graduação em História e Literatura. Professora da rede Estadual e Municipal de Cachoeiras de Macacu - Rio de Janeiro. Membro da coordenação do SEPE Cachoeiras de Macacu/RJ.

Mesa IV - Paulo Winicius.jpeg

PAULO WINICIUS TEIXEIRA

Historiador e licenciado em História pela Universidade Federal de Goiás, Mestre pelo Programa de História Cultural da Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás, Doutorando em História pelo Programa de História Econômica da USP. Secretário Geral da ANPG, e com muito orgulho Coordenador do CA de História da UFG na época da graduação, assim como participei do XXVII ENEH (Encontro Nacional de Estudantes de História) realizado em Cuiabá em 2007.

MESA V -  Racialização
30 de julho - 19h

 História, Raça e Etnia 

Debater raça e etnia na formação de um povo é de fundamental importância para compreender as dinâmicas das populações que compõem as sociedades e suas relações ideológicas, culturais e construções identitárias. Ademais, diferenciar categorias como raça e etnia contribuem para o entendimento da Etnogênese específica que ao longo do processo histórico formou a classe trabalhadora e configurou suas particularidades históricas. A proposição dessa mesa de debates visa buscar compreender as dinâmicas das elaborações étnicas das colônias no "novo mundo". o debate também é importante para dar base e adensamento histórico, as necessárias reflexões e intervenções na contemporânea luta Antirracista no Brasil.

CONVIDADOS

JOÃO CARLOS DE MELO SILVA

Professor de História do ensino básico e pesquisador de Ensino de História com enfoque nas relações étnico-raciais do Brasil. É também militante do Coletivo Negro Minervino de Oliveira - RN.

Mesa V - Andressa.jpeg

ANDRESSA INÁCIO

Mestranda em História Cultural da Época Moderna pelo PPGH da Universidade Federal Fluminense e licenciada em História pela mesma universidade. Pesquisa o campo de fronteira entre história das mulheres e história indígena na longa duração. Além disso, é apoiadora das lutas antifascista, antirracista e decolonial, bem como, estuda os movimentos indígenas do tempo presente, com foco no protagonismo histórico das mulheres.

Mesa V - Lígio.jpeg

LÍGIO JOSÉ  MAIA

Professor Associado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN. Doutorado e Pós-Doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de História, no ensino e pesquisa, com ênfase em História Moderna e História indígena colonial atuando principalmente nos seguintes temas: ação missionária, política indígena e do indigenismo, história do império ultramarino português e ensino de história indígena.

14379971_640882296080496_690691810304668
 

INSCRIÇÕES

As inscrições para o Aniversário da FEMEH serão feitas através do site da FEMEH (femeh.com). Terão início dia 20 de maio de 2021 e irão até o dia 25 de junho de 2021.