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População LGBTQIA+ 
e seus espaços de luta

 
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4ª edição

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A Maria Francisca Theberge (História UFF Niterói) é a autora da obra que ilustra a capa da quarta edição. Entitulada "Quem quiser nascer tem que destruir um mundo", a obra é uma colagem digital construída com a ferramenta do Adobe Photoshop CS5. 

Atribuição de créditos de um fragmento da colagem ao fotógrafo Mark Peterson, pela seguinte foto de março/1989.

Apresentação

Por Teresa Patrícia  

A Quitinete é uma revista semestral de acesso gratuito, livre e irrestrito. Direcionada aos acadêmicos, profissionais e todos aqueles que se interessam pelo meio histórico. Trata-se de um projeto da Federação do Movimento Estudantil de História (FEMEH), entidade de representação dos estudantes da Licenciatura e Bacharelado, da Graduação e Pós-Graduação dos cursos de História de todo o país.

A FEMEH tem como intuito direcionar o Movimento Estudantil de História e organizá-lo de forma democrática e combativa. Desde o ENEH de 2019 a Federação vem buscando se reaproximar da sua base, os Centros e Diretórios Acadêmicos, sejam esses filiados ou não. Dessa forma, seu objetivo é entender as necessidades das entidades, ajudá-las a serem mais ativas e combativas para assim somar forças com o Movimento Estudantil de História.

Essa revista, por ser um exemplo de reaproximação entre a Federação e sua base, irá publicar trabalhos feitos pelos historiadores, sejam eles graduandos ou graduados. É uma forma de mostrarmos as produções daqueles que nos ajudam a construir a Federação e que estão engajados na nossa luta, dialogar sobre as adversidades das minorias e defender as suas pautas. Além de ser um espaço para divulgarmos e disseminarmos os trabalhos e projetos desenvolvidos pela FEMEH.

 

Não Nos Calarão

Fernanda Fernandes

Como meio de divulgar diversas formas de conhecimento, desde literatura até mídias sociais como páginas do Instagram e canais no YouTube, a Revista Quitinete lança a coluna “Não nos calarão!”. Nesta edição, será falado sobre a página do Instagram “Iniciativa Íris” e sobre o canal brasileiro “Tempero Drag”, ambos com a atuação de pessoas LGBTQIA+ que tratam sobre assuntos desse movimento.

O canal “Tempero Drag” foi criado em 2015 por Guilherme Terreri Lima Pereira, mais conhecido pela sua performance enquanto a drag queen Rita Von Hunty. Guilherme é professor, ator, drag queen, YouTuber e comediante, sendo formado em Artes Cênicas pela UNIRIO e em Letras pela USP. 

No início do canal, a artista Rita Von Hunty, personagem criada em 2013 por Guilherme, fazia vídeos sobre comidas veganas, sempre vestida com roupas pin-up, ou seja, o estilo dos anos 1950, como uma forma de satirizar o tradicionalismo. Entretanto, com o passar do tempo, os vídeos foram ganhando novos contornos políticos, sociais e culturais por meio das aulas dadas por Rita, a qual utilizava – e utiliza- do humor, da ironia e da sátira para destrinchar assuntos complexos das ciências humanas, bem como para incitar o debate para seus telespectadores. 

Os vídeos, que sempre têm mais de 10 minutos de duração e que costumam bater mais de 100 mil visualizações cada, fazem muito sucesso, ainda mais por serem feitos por uma drag queen. No cenário brasileiro dos últimos 6 anos, vários artistas drag queens vêm ganhando espaço nas mídias sociais e no meio musical, a exemplo de Pablo Vittar e Glória Groove. Rita Von Hunty é uma das vozes mais notáveis dessa geração, não só por dar mais visibilidade à arte drag como as suas colegas, mas também por trazer assuntos acadêmicos de forma leve e acessível, a fim de garantir o debate ao público que não têm acesso ao meio universitário. Com quase um milhão de inscritos em seu canal e acumulando parcerias com coletivos, jornais e pensadores brasileiros, Rita Von Hunty e o “Tempero Drag” são essenciais para os estudos de todo estudante pois, por meio de seus vídeos e referências bibliográficas, eles conseguem ter informação e um pouco de diversão. 

O canal “Tempero Drag” trata sobre diversos assuntos, sendo um deles de fácil recorrência: o movimento LGBTQIA+, do qual Guilherme Terreri faz parte. Como indicação da Revista Quitinete para o aprofundamento na temática desta edição, recomendamos os vídeos “Rita em 5 minutos: LGBTQIA+”, “LGBTQIA+: Parte II”, “Um banheiro para Trans?” e “Recalque, Amor e Autenticidade”.

 
 
 
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Olha meu C.A!
apresenta:
Centro Acadêmico de História Potiguaçu - UFRN

"Uma das ações mais notáveis do CA da UFRN em 2021 foi o pedido de boicote às disciplinas de uma professora do departamento de História, a qual teve posturas racistas contra alunos e colegas da profissão. Por ela administrar disciplinas de extrema importância para a formação do historiador, como a de Historiografia Brasileira, o CAHIS convocou uma assembleia com o departamento e uma reunião geral com o DCE da UFRN para a discussão de tais acontecimentos, bem como exigiu a adoção de uma postura da universidade diante dos casos apresentados (postura essa que não foi a esperada, pois não houve suspensão das atividades da docente)."

Leia a coluna completa na versão digital.

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Leia a 4º edição da Revista Quitinete na integra:
 
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FEMEH ENTREVISTA

Marianna Rodrigues

Com 28 anos, atualmente cumpre a tarefa de Secretária Nacional de Movimento LGBT do PCB e também integrante da Coordenação Nacional do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro. É psicóloga clínica e pesquisadora na área de estudos feministas e diversidade sexual e de gênero.

 
 
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Revista Quitinete: Como se deu a sua militância dentro do Movimento Estudantil e LGBT?

M.: Como comecei na militância do movimento estudantil e LGBT: Comecei a envolver-me com política ainda na adolescência, isto é, por idos de 2006. Fiz parte da fundação do Grêmio Estudantil da minha escola e também fui cônsul adjunta juvenil do meu clube de futebol, o Grêmio. No entanto, naquela época minhas posições políticas eram reflexo de uma formação cultural bastante conversadora, especialmente devido ao contexto em que se deu parte da minha trajetória escolar: em São Borja, uma cidade da fronteira oeste do Rio Grande do Sul rodeada de latifúndios.

O futebol me acompanha desde criança e posso dizer que foi através dele que encontrei os primeiros sentidos da minha militância, afinal, por ser mulher e jogar bola acabamos sendo alvo de muito preconceito. Meu corpo e meu estilo era muito diferente daquilo que se esperava para as gurias da minha idade, e, assim como outras gurias que jogavam "como guris", era comum ser chamada de "machorra", "fiona", "macaca", enfim, adjetivos com a intenção de ofender nossa expressão de gênero. Aos poucos fui percebendo que aquela formação política conservadora não tinha nada a ver comigo, e, com a ajuda de alguns movimentos de contracultura da cidade, fui tomando conhecimento de leituras e experiências mais críticas.

De fato, minha primeira experiência na militância LGBT+ foi um grupo de extensão vinculado ao Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU) da UFRGS, o G8-Generalizando, no qual ingressei ainda no primeiro ano de faculdade, em 2012. Além de assessorar mulheres em situação de violência, esse grupo deu início a um projeto histórico chamado "Direito à Identidade: Viva Seu Nome", reivindicando alteração de registro civil para pessoas trans e travestis e denunciando a patologização da transexualidade. Também participávamos da articulação das Paradas Livres e inúmeras ações ao lado dos movimentos LGBTs e feministas da cidade. Foi uma atuação extraordinária que transformou minha forma de ser e ver o mundo, sem dúvidas.

 

Quitinete: O que o motivou a pesquisar esse tema?

Bom, os temas da gente tem muito a ver com as nossas experiências pessoais. Eu sou filho de camponeses convertidos em operários. A minha mãe nasceu no campo, no interiorzão do Paraná, no norte do Paraná. Meu avô trabalhou como formador de fazenda de café. O que é um formador de fazenda de café? Ele tinha um contrato de trabalho que era o melhor contrato que um camponês daquela época podia sonhar no Paraná, que era, ele abriria a fazenda, desmatava, plantava o café, e você sabe que o café leva um determinado tempo pra produzir, naquele tempo eram 4 anos. Então naqueles primeiros 4 anos ele tinha que cuidar da produção do café, ele plantava, e naquele tempo até o cafezal ficar pronto, ele poderia plantar as coisas dele, criar os animais dele e o que ele produzisse ali era dele, não precisava pagar renda da terra. O único compromisso dele era no final do contrato entregar a terra. E pra ele foi muito bom, saiu de lá e comprou duas casas na cidade. Pros padrões da pobreza em que ele começou, podemos dizer que isso é um homem que se poderia dizer até de classe média baixa. Ele comprou depois um barco de pesca, só que aí tem aquele ditado né, todo pão de pobre quando cai, cai com a manteiga virada pra baixo. Quando ele comprou o barco de pesca, e ele estava ganhando algum dinheiro, veio a lei que proibia a pesca na época da Piracema, época da desova dos peixes. Isso tudo pra dizer que o velho teve que entregar o barquinho dele, deu umas confusões familiares, e aí ele acabou se deslocando pro extremo sul do Paraná, a minha mãe foi com ele. E lá ele abriu um sítio de novo, mas aí era dele. E aí ele faleceu um pouco depois. A minha mãe veio morar na casa de uma irmã dela e conheceu o meu pai dentro de um abatedouro. Meu pai marretava a cabeça do boi e minha mãe limpava as peças de carne, eles se conheceram dentro do abatedouro. Meu avô paterno trabalhava com navio, teve alguma terra e o meu pai trabalhou no campo, lidando com gado, tanto do lado brasileiro quanto do lado paraguaio da fronteira, meu pai e meu avô são do Mato Grosso do Sul, divisa com o Paraguai. Então, esse lado agrário sempre esteve muito presente na minha formação, adoro música sertaneja, adoro moda de viola, um dos presentes mais bonitos que já ganhei na minha vida foi quando minha filhota baixou pra mim uma coletânea completa de Tonico e Tinoco na internet, eu adoro. Eu cresci ouvindo essas coisas e é uma origem que não apenas eu não a nego como faço questão de ressaltar pois é a minha história. Eu não tenho nenhuma razão pra não ter orgulho da minha história. É uma história de muita luta, meus pais foram trabalhar como operários, me tornei getulista também por causa deles, não que eles sejam getulistas, tenho certeza que eles não tinham ideia disso, mas quando comecei a ver que foi com Vargas que você teve a legislação trabalhista, minha mãe por exemplo, ela cortava o dedo, ela poderia ao menos tirar um dia ou dois para descansar em casa pra poder consertar o dedo cortado, ora pombas, virei getulista, não tem jeito, né. Então, a pesquisa da gente tem muito a ver, tanto que nesse semestre estou dando um curso sobre populismo, justamente para tentar desmistificar um pouco essa lenda com relação ao populismo, que se usam o termo populismo de forma pejorativa, eu gosto de usar o termo populismo mais de forma afirmativa. Eu entendo que os populistas, Vargas, Perón e Cárdenas  foram os que fizeram algo que a gente teve de democratização no social no continente, foi a partir do impulso deles. Através do SAJU/UFRGS comecei a entender mais sobre o movimento estudantil, seja participando de encontros da RENAJU (Rede Nacional de Assessorias Jurídicas Universitárias), seja participando de encontros da FENED (Federação Nacional de Estudantes de Direito). Vivi as jornadas de junho de 2013 como "militante independente", e foi quando decidi organizar-me em um partido. Muitas coisas importantes aconteceram em 2013, mas o excesso de autonomismo que, para mim, em muito se confundia com individualismo; além de um apartidarismo reacionário, expresso nas inúmeras manifestações em que se pedia para abaixar bandeiras, foram duas das principais razões para a tomada de Partido. Eu não conseguia conceber que as poucas liberdades democráticas conquistadas na democracia das elites brasileira poderiam ser tão facilmente desprezadas. Aí se inicia minha militância no PCB - o Partido Comunista Brasileiro, ou popular Partidão. 

 

Durante a faculdade, ainda, fiz parte de Centros Acadêmicos, Diretório Central de Estudantes e fui delegada no Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Hoje, sou diretora da Associação Nacional de Pós-Graduandos/as (ANPG). Relação com o Movimento LGBT: Os mutirões em parceria com a ONG Igualdade de Travestis e Transexuais; as Paradas Livres ao lado de diversos movimentos sociais como a ONG SOMOS, o Nuances; as marchas pela visibilidade lésbica e bissexual, enfim, esses são apenas alguns exemplos da grande rede de atuação do movimento LGBT em Porto Alegre, que certamente fazem parte da minha trajetória. Desde que passei a entender mais da luta desses movimentos, tentei trazer um pouco do que aprendia para os demais locais onde eu circulava, como na formação em Psicologia, que não proporcionava estágios com recorte em diversidade sexual e de gênero. Ao lado de duas colegas, construímos um projeto para poder desenvolver-nos na temática, que consistia em oficinas sobre diversidade nas escolas da rede pública. Atualmente, é dessa constatação da falta de espaços para escuta e acolhimento para pessoas LGBT+s, que demos início à Clínica @psi.aquarelas, meu atual local de trabalho. Ainda no que diz respeito à vida profissional, sou doutoranda em Psicologia Social e Institucional (UFRGS, onde desenvolvo a pesquisa com este recorte, e faço parte do Sistema Conselhos de Psicologia. Destaco a participação no Conselho, porque através dele integro o GT de diversidade sexual e de gênero do Conselho Federal de Psicologia e o Comitê Estadual de Combate à Tortura, ambos os espaços com importantes contribuições para o movimento.

 R.Q.: Trajetória muito interessante e instigante. Na sua resposta percebesse que sua militância está estritamente ligada ao movimento estudantil, tendo uma participação fundamental em sua formação política. Então gostaria que você me falasse sobre a importância de se organizar e engajar-se em algum movimento estudantil. Qual mensagem você deixa para os estudantes de história de todo o Brasil sobre isso, a importância do movimento estudantil na formação política e humana do estudante.


M. R.: O movimento estudantil não foi o meu único local de atuação nesses anos todos, mas certamente ele teve uma grande centralidade. É curioso, na verdade, porque antes de compreender a importância do ME, eu fui muito crítica ao que se considerava "movimento estudantil tradicional". Principalmente, essa crítica vinha das extensões populares e, mais precisamente, no meu caso, das assessorias jurídicas populares (AJUPs). O que percebemos é que parte do ME afastará-se demasiadamente dos movimentos populares, das comunidades, de um projeto societário, e transformará-se em algo mecânico e pragmático. Nas eleições para entidades de representação, por exemplo, não é incomum disputas em que "vale tudo por um voto", sem nenhuma preocupação com os processos de consciência, com as disputas ideológicas ou qualquer tipo de debate mais profundo sobre o papel da educação e da produção de conhecimento. Delegados fantasmas, diretores ociosos, enfim, uma série de condutas que para atuação junto aos movimentos populares são tremendamente incabíveis, além de produzirem muito desencantamento em quem chega no ME com sede de mudanças, com indignação, com rebeldia. Porém, por um lado, hoje eu não faço mais essa cisão entre movimentos, ou seja, compreendo que todas as lutas das extensões populares são também parte do movimento estudantil, e vejo o quanto essa diferenciação pode ser uma certa zona de conforto para não realizar determinados enfrentamentos; e, por outro, mesmo nesse tal de "movimento estudantil tradicional", reconheço que tive aprendizagens extraordinárias. Houve um momento muito específico que me levou a superar essa cisão e compreender a importância dessas diferentes formas de atuação estudantis: na explosão de ocupações de escolas e Universidades. Ali foi um primeiro momento na minha trajetória em que esse grande coletivo que é o ME se encontrou por dia e mais dias, realizou grandes assembleias, dividiu-se em GTs para partilhar a comida e a limpeza, integrou-se em toda a sua pluralidade e tentou organizar-se em uma direção comum. É lógico que houve disputas de perspectivas políticas, de estratégias, assim como houve brigas e muitos outros desgastes. Ainda assim, foi um salto de qualidade nas experiências das quais eu havia feito parte, porque a educação brasileira foi colocada em questão, isto é, fez-se uma disputa ampla e aberta sobre o lugar da educação no futuro do país. Infelizmente, diante de uma conjuntura totalmente desfavorável, esse movimento conseguiu pouquíssimas vitórias, e temos visto a educação brasileira de caráter público, gratuito e de qualidade descer ladeira abaixo. De forma alguma essa memória serve para desestimular-nos, mas sim para desafiar-nos a entender os limites daquilo que construímos até então, e quem sabe desenvolvermos uma nova geração de militantes com ainda mais disposição e ousadia para transformar essa difícil realidade na qual nos encontramos, qual seja, em meio ao avanço brutal das mazelas do capitalismo, com índices cada vez mais elevados de desigualdade, evasão, violência.  Precisamos olhar para a história do movimento estudantil brasileiro, desde a campanha "o petróleo é nosso” da UNE, passando pela defesa das liberdades democráticas nos anos de chumbo, até as mais recentes lutas pelas ações afirmativas, acesso universal e as devidas condições de permanência, bem como contra o fechamento de escolas públicas, enfim, para que possamos compreender por que nos movimentamos. Afinal, fazer parte do ME é superar a lógica de que estudamos apenas para construir uma carreira, um currículo, uma trajetória "individual": trata-se de assumir uma postura de solidariedade e coletividade. Trata-se de conciliar a semana de provas com os marmitaços em defesa do RU; de escrever o TCC em meio às calouradas; de ocupar a Universidade ainda que isso seja um risco para a formatura. Em resumo, quero dizer que não é fácil fazer movimento estudantil, mas, além de necessário, tende a ser uma transformação muito radical de quem somos.

Leia a entrevista na íntegra pela versão digital.

 
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RESENHA da série POSE

 

inédita na versão digital

 
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Outras edições 
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